* 2017/2018: Plano de Formação - 2ª Fase


Ação 05B: 2017/2018: Avaliação nos ensinos básico e secundário: como avaliar para o sucesso educativo?

Publicado a 14/09/2018, 08:31 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 14/09/2018, 08:32 ]


Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91104/17
Formador: Eduardo Pinheiro
Local: Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire
Grupos de recrutamento: Ensino Básico, Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
A DETERMINAR

                                                                       

Descrição

O debate sobre o que se aprende e como se aprende na escola do século XXI é hoje um tema de interesse do domínio público, sendo consensual que a escola 
é o território de eleição no desenvolvimento de competências para a sociedade do conhecimento e para o exercício de uma cidadania ativa e democrática.
Consciente destes desafios, o XXI Governo Constitucional estabeleceu, como prioritário na área da educação, entre outros, os seguintes objetivos: 

Criar condições para que as escolas e agrupamentos possam gerir o currículo nacional de forma flexível e contextualizada, utilizando os métodos, as abordagens 
e os procedimentos que se revelarem mais adequados para que todos os alunos possam aprender;

Desenvolver ações para garantir que as aprendizagens dos alunos constituam o cerne dos projetos educativos das escolas e dos agrupamentos, considerando as
salas de aula como espaços privilegiados para aprender a descobrir, a analisar e a interpretar fenómenos científicos, sociais, artísticos, ambientais e tecnológicos;

Criar condições para que as escolas e os agrupamentos, em articulação com os centros de formação, as instituições do ensino superior e outros intervenientes, se
assumam como espaços privilegiados para a formação contextualizada dos seus docentes.

(Programa do XXI Governo Constitucional) 
Com vista à consecução destes objetivos, o Ministério da Educação desenvolveu uma estratégia na qual se incluem 
diferentes medidas, entre as quais, a criação de um “Perfil de competências após 12 anos de escolaridade”, o desenvolvimento de um programa de educação para 
a cidadania, de um programa para a promoção da inclusão, o desenvolvimento de um Currículo para o Século XXI: Aprendizagens Essenciais, por área disciplinar/
disciplina e a redefinição dos “princípios orientadores da avaliação das aprendizagens, afirmando a dimensão eminentemente formativa da avaliação, que se quer 
integrada e indutora de melhorias no ensino e na aprendizagem” (Despacho normativo n.º 1-F/2016, de 5 de abril).

Neste quadro legislativo, avaliar é, fundamentalmente, o processo que possibilita aprender e ensinar melhor, fornecendo ao aluno, ao professor, ao encarregado de 
educação e aos restantes intervenientes neste processo, informação relevante que permita a revisão, o ajustamento e a melhoria da aprendizagem, do ensino e da 
avaliação. 

Embora a avaliação nos ensinos básico e secundário compreenda as modalidades diagnóstica, formativa e sumativa, o contexto educativo nacional tem vindo, 
maioritariamente e, nos últimos anos, a privilegiar a sua vertente sumativa, com foco essencialmente nos resultados. Neste contexto, a avaliação formativa, enquanto
facilitadora da regulação da aprendizagem e do ensino, deve assumir especial relevância por forma a concretizar o objetivo da melhoria das aprendizagens.

Importa, assim, capacitar os docentes dos ensinos básico e secundário, em funções no contexto educativo nacional, dos princípios, finalidades, métodos, técnicas e
instrumentos de avaliação interna que privilegiem a recolha sistemática de informação. Deste modo, a avaliação poderá, atempadamente, permitir um aperfeiçoamento 
dos desempenhos, a reformulação dos percursos realizados, o levantamento das dificuldades, a diferenciação pedagógica, a redefinição dos planos e das etapas de 
ensino, que irão contribuir efetivamente para a melhoria do sucesso escolar. 

Neste âmbito, propõe-se a realização de uma oficina de formação que permita que os docentes se apropriem de conceitos-chave da avaliação formativa, desenvolvam 
técnicas ativas, construam instrumentos inovadores adaptados ao contexto educativo específico, que se estabeleçam momentos de experimentação e análise dos mesmos 
com vista ao seu aperfeiçoamento ou reformulação. Deste modo, pretende-se motivar, capacitar e apoiar os docentes a melhor planear, agir, refletir criticamente sobre as potencialidades da avaliação aplicação e ajustar as suas práticas em prol do sucesso das aprendizagens dos alunos.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:

A DETERMINAR

Ação 39B: 2017/2018: Uso de dispositivos móveis na promoção das aprendizagens

Publicado a 10/09/2018, 01:15 por Geral - Centro de Formação MbM



Oficina de Formação: 15 HP + 15H TA/ 1,2 UC
Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-87772/16
Formadora:  Carla Oliveira
Local: Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Calendário: 20 de setembro a 18 de outubro de 2018


Descrição


A utilização de dispositivos móveis, como o tablet e o telemóvel, tem aumentado significativamente nos últimos anos, em parte, devido à sua versatilidade e 
multifuncionalidade, e tem ganho especial popularidade entre crianças e adolescentes, independentemente da sua origem socioeconómica.
Apesar da rápida difusão do uso destes dispositivos e do potencial que algumas das aplicações nativas ou disponíveis nas lojas de aplicações têm para o ensino/aprendizagem da maioria das disciplinas, estes dispositivos ainda não foram assimilados pela generalidade do corpo docente como ferramentas de 
caráter pedagógico válido, abrindo-se assim um fosso entre a realidade do aluno fora e dentro da sala de aula.
Com a proliferação de pontos de acesso gratuito a internet no nosso país, a grande maioria dos alunos tem acesso a plataformas e aplicações que, se orientados 
nesse sentido, poderiam funcionar como espaços de partilha, de reflexão e de disponibilização de materiais que, neste contexto, poderiam ser explorados de forma 
autónoma pelos alunos, respeitando diferentes ritmos de aprendizagem.

Para além disso, os alunos cujas atividades de aprendizagem se desenvolvem em contextos de integração das TIC, melhoram as suas competências para trabalhar 
uns com os outros e para comunicarem as suas ideias a audiências reais, aumentando a confiança em si próprios (Barron e Darling-Hammond, 2008).
Segundo um estudo da UNESCO (2010), as tecnologias digitais facilitam a colaboração e a criatividade nas atividades, uma vez que em contextos em que a tecnologia é integrada na sala de aula, os alunos controlam os seus próprios dispositivos digitais e, consequentemente, as suas aprendizagens, contrariamente aos contextos tradicionais em que o professor controla e o aluno constata. Combinando as ferramentas digitais com estratégias cuidadosamente planificadas, os alunos podem mais facilmente estabelecer ligações entre os conteúdos, resolver problemas em conjunto, ensaiar e modificar o seu trabalho para procurar outros pontos de vista, potenciando o desenvolvimento nos estudantes de estratégias organizacionais e de rigor científico (Martinho e Pombo, 2009). 

O Mobile Learning, por sua vez, é muitas vezes definido como um método flexível, democrático no acesso, aberto, social e interativo, com ênfase na atividade, individualização no ensino e desafio da motivação. (Valentim, 2009)
Apesar disso, vários estudos indicam que as Tecnologias da Informação e da Comunicação são pouco utilizadas pela maioria dos professores nas suas práticas letivas (Gonçalo, 2010), apesar do facto dos estudantes de hoje conviverem desde o seu nascimento com a informação digital e a internet, sendo inclusivamente designados de “nativos digitais” (Prensky, 2001), ou seja, as potencialidades dos alunos não estão a ser usadas para as suas aprendizagens.
É neste contexto que se revela fundamental formar os docentes para tirar o máximo partido, não só das novas soluções digitais (equipamentos e aplicações) que tem à sua disposição, mas também das potencialidades dos seus alunos.

Sucintamente, esta formação tem como objetivo preparar os formandos para, progressivamente, usarem os dispositivos móveis como ferramenta de promoção das aprendizagens, capacitando-os para responderem aos desafios que se colocam com a introdução das tecnologias na sala de aula e para desempenharem um/o papel fundamental na gestão das potencialidades dos seus alunos.


Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização


              
               setembro: 20(quinta feira) 18h00 - 21h0027(quinta feira) 18h00 - 21h00;

               outubro:    04(quinta feira) 18h00 - 21h00; 11(quinta feira) 18h00 - 21h00; 18(quinta feira) 18h00 - 21h00.

Ação 24B: 2017/2018: Aplicação das Ferramentas WEB 2.0 no Contexto de Ensino/Aprendizagem (CONCLUÍDA)

Publicado a 12/06/2018, 05:06 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 14/09/2018, 08:45 ]


Curso de Formação: 15HP, 0.6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-93268/17
Formadora: Isabel Vaz
Local: Agrupmento de Escolas José Gomes Ferreira (Benfica)
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Calendário: 02 a 12 de Julho de 2018

                                                                       

Descrição

Atualmente é comum ouvir-se falar em Web 2.0. são ferramentas que facilitam a comunicação, colaboração e partilha de informação, permitindo a interação e o diálogo 
social em ambientes Web, são espaços virtuais onde todos são autores e consumidores de informação, promovendo uma atitude ativa perante os conteúdos. A Web 2.0 
significa participação, interatividade, conteúdos criados, organizados e editados pelos utilizadores. Estes passam a ter um papel fundamental ao nível dos conteúdos, pois 
não se limitam a consultar, tendo a oportunidade e o poder de participar. Deste modo qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar os que encontra.
Estas novas aplicações vêm facilitar a comunicação entre indivíduos a diversos níveis, e é importante trazer essa valência para as escolas, tirando partido da comunicação 
entre alunos, entre professores, entre alunos e professores, entre a própria escola em si enquanto organização, e dessa forma, entre esta e os pais e encarregados de 
educação, assim como com os parceiros e demais stakeholders.  

As ferramentas Web 2.0 permitem aos professores, de uma forma simples e interativa, proporcionar a aplicação dos objetivos cognitivos nos seus diversos níveis.
Os ambientes de aprendizagem do futuro serão necessariamente abertos, flexíveis e interativos, combinando diferentes modos e estilos de aprendizagem, dependendo 
do objeto de estudo, do aluno, do professor, do contexto, e respeitando o nível de desenvolvimento cognitivo de cada um. Teremos de propor aos alunos abordagens multidisciplinares que os preparem para lidar com as incertezas de um mundo global em que a aprendizagem e o conhecimento são instrumentos para evitar a exclusão 
social. Precisamos de formar professores que dominem um conjunto de novas competências, pois os desafios que se nos deparam no futuro são enormes: a enorme teia 
de informação a que chamamos Internet já não é apenas um espaço ao qual acedemos para pesquisar informação, mas, sim, um ambiente descentralizado de autoridade, 
onde o conhecimento é construído de forma colaborativa, já que cada um (e todos) somos livres para aceder, utilizar e reeditar a informação, colaborando para a construção 
desta.

Mais do que uma tecnologia, a Web 2.0 pode então ser definida como uma nova atitude e como uma nova forma de as pessoas se relacionarem com a Internet: a rede deixa 
de ligar apenas máquinas, passa a unir pessoas, num processo com implicações sociais profundas. As escolas, são talvez as instituições onde as mudanças ocorrem mais lentamente. São os jovens (fundamentalmente mediante as redes sociais, como por exemplo o Facebook, e apesar de todos os perigos que representam) quem primeiro traz 
a Web 2.0 para os computadores da escola (RBE), obrigando-a a acordar, ainda que lentamente, para a nova realidade da Web. 
É, assim, fundamental dotar os docentes de competências na utilização das ferramentas Web 2.0 assim como na compreensão do seu potencial no desenvolvimento de competências sociais. Naturalmente que aliada a estas ferramentas tem de estar sempre presente a utilização segura da Internet, tanto ao nível da informação a que se acede como na informação pessoal que é disponibilizada. Com esta oficina pretende-se possibilitar o desenvolvimento de competências básicas ao nível da utilização das ferramentas Web 2.0 em segurança, potenciando-as para as atividades pedagógicas.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do agrupamento de escolas Vergílio Ferreira;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:

                                                    julho: 02(segunda feira) 09h30 - 12h3004(quarta feira) 09h30 - 12h3006(sexta feira) 09h30 - 12h30;

                                                                10(terça feira) 09h30 - 12h3012(quinta feira) 09h30 - 12h30.

Ação 40: 2017/18- KITS ESCOLARES - AULAS PRÁTICAS DE GENÉTICA MOLECULAR

Publicado a 30/05/2018, 07:22 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 05/07/2018, 07:57 por Geral - Centro de Formação MbM ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-93387/17
Formador: José António Matos
Local: Agrupamento de Escolas Benfica
Grupos de recrutamento: Professores dos Grupos de Recrutamento: 230, 520 e 560 
Calendário: 28 de setembro a 27 de outubro de 2018

                                                                       

Descrição

O ensino prático da genética/biologia molecular, têm sido frequentadas por professores dos ensinos Básico e Secundário. Foi verificado, no entanto, que a maioria dos docentes, após terem recebido a formação, não tem acesso a equipamento e recursos que permitam por em prática os conhecimentos obtidos. A maior parte das Escolas Secundárias não está apetrechada com o equipamento necessário para aulas práticas por este ser muito dispendioso. Para além disso, verificou-se, igualmente uma necessidade de material biológico adequado às experiências a desenvolver.

Nesse sentido, o Instituto Nacional de Engenharia, tecnologia e Inovação, submeteu ao Programa Ciência Viva um projecto intitulado “Kits escolares - aulas práticas de Genética Molecular”, visando o desenvolvimento de equipamento e de materiais acessíveis, assim como de protocolos facilmente implementáveis num contexto escolar.

Esse projeto encontra-se a decorrer e desde 2007 estão disponíveis cerca de 100 kits que foram fornecidos gratuitamente às escolas que o solicitarem.

Em 2009/2010, e na sequência do protocolo assinado com O Ministério da Educação, foram entregues a todas as escolas do país os referidos kits, tornando-se premente a actualização dos docentes nesta temática.

Embora muitos professores de biologia tenham já frequentado ações de formação da área da biologia molecular, existe uma clara necessidade de formação, propositadamente dirigida para o referido kit, tanto para conhecer as suas particularidades como para a familiarização com a sua aplicação numa sala de aula.



Seleção de formandos:                     ;

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                            setembro: 28(sexta feira) 17h00 - 21h00; 29(sábado) 09h00 - 13h00 e das 14h00 - 19h00;

                               outubro: 26(sexta feira) 17h00 - 20h00; 27(sábado) 09h00 - 13h00 e das 14h00 - 19h00.


Ação 06D: 2017/2018: Flexibilização e Integração curricular

Publicado a 10/05/2018, 08:25 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 19/09/2018, 04:14 ]



Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91102/17
Formadora: Ana Filipa Silva
Local: Colégio Militar
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
25 de setembro a 23 de outubro de 2018

                                                                       

Descrição

As sociedades atuais debatem-se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade dos atuais padrões de desenvolvimento económico e social. 
Ao refletir sobre esta realidade a escola é desafiada a ampliar e diversificar as suas funções educativas, preparando os alunos para compreenderem e participarem na complexidade e dinamismo do mundo em que lhes é dado viver (Alonso, 2002). Neste contexto, a educação e a escola enfrentam novos desafios.
O debate sobre o que se aprende e como se aprende na escola do século XXI é hoje um tema de interesse do domínio público, sendo consensual que a escola é o 
território de eleição no desenvolvimento de competências para a sociedade do conhecimento e para o exercício de uma cidadania ativa e democrática.
Consciente destes desafios, o XXI Governo Constitucional estabeleceu, como prioritários na área da educação, entre outros, os seguintes objetivos:

Criar condições para que as escolas e agrupamentos possam gerir o currículo nacional de forma flexível e contextualizada, utilizando os métodos, as abordagens e os procedimentos que se revelarem mais adequados para que todos os alunos possam aprender;

Desenvolver ações para garantir que as aprendizagens dos alunos constituam o cerne dos projetos educativos das escolas e dos agrupamentos, considerando as salas
de aula como espaços privilegiados para aprender a descobrir, a analisar e a interpretar fenómenos científicos, sociais, artísticos, ambientais e tecnológicos;

Criar condições para que as escolas e os agrupamentos, em articulação com os centros de formação, as instituições do ensino superior e outros intervenientes, se assumam como espaços privilegiados para a formação contextualizada dos seus docentes;

(Programa do XXI Governo Constitucional)
Estes objetivos pressupõem uma conceção de currículo mais aberta e abrangente, associada à valorização de práticas de gestão curricular mais flexíveis e 
adequadas a cada contexto, entendendo as unidades organizacionais como espaços de construção partilhada do currículo. Assim, procura-se uma visão estratégica 
partilhada, centrada na qualidade das aprendizagens, construída com a participação de todos os atores, partindo da reflexão e avaliação continuada da ação (Alonso, 2002).
O documento “Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória” vem ainda definir várias competências-chave que os alunos devem desenvolver ao longo da 
sua escolaridade obrigatória, respondendo aos desafios da sociedade atual e futura. Tal assunção pressupõe “alterações de práticas pedagógicas e didáticas de
forma a adequar a globalidade da ação educativa às finalidades do perfil de competências dos alunos” (Martins, Guilherme d’Oliveira (coord.), 2017).
Reivindica-se um papel ativo do aluno, construtor do seu conhecimento, implicado no processo de construção do seu saber, cabendo ao professor o papel de facilitador e dinamizador das tarefas postas em ação e estimulador à participação e envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem.

Pôr em prática a flexibilização e a integração curricular exige uma abordagem sistémica, que envolve os recursos humanos, a diferentes níveis, os recursos físicos 
e os recursos pedagógicos. Neste sentido, é dada margem de autonomia às estruturas organizacionais e pedagógicas das escolas, de modo a ajustar as experiências 
de aprendizagem dos alunos aos seus perfis e necessidades. Esta autonomia pressupõe uma maior responsabilidade por parte das equipas de docentes e coloca-lhes 
novos desafios, que carecem de um incremento ao nível da formação (Beane, 1995, 2003; Drake, & Burns, 2004).

No contexto escolar, a preparação do processo de ensino-aprendizagem por professores, em trabalho colaborativo, leva-os a envolverem-se em processos de 
reflexão, analisando em detalhe de que modo os seus objetivos se inserem no currículo, bem como o pensamento e as ações dos alunos. Assim, deve ser valorizado
o exercício reflexivo e crítico, decorrente de observações de processos de ensino-aprendizagem, numa ação conjunta, dialogada e que favoreça a compreensão das necessidades dos alunos, das suas potencialidades e dos seus mecanismos de aprendizagem. Este exercício induz o questionamento das práticas, pressupondo o 
seu enriquecimento, pelo que constitui um processo de desenvolvimento profissional dos professores (Baptista, Ponte, Velez, et al, 2012).

A importância do envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é uma discussão amplamente aceite e há evidências consideráveis na literatura que mostram 
que os estudantes aprendem melhor quando se envolvem e participam ativamente na sua aprendizagem (Prince, 2004). Neste sentido, cabe ao professor ou à equipa 
de professores priorizar aprendizagens, definir estratégias, selecionar e/ou adequar tarefas e atividades, indo ao encontro de todos os alunos. Nos espaços de a
prendizagem, nomeadamente na sala de aula, durante a exploração das tarefas, o professor promove e estabelece uma comunicação que pode assumir um caráter 
unívoco ou dialógico, dependendo do maior ou menor espaço dado ao professor(es) ou aos alunos (Ponte, Quaresma, & Branco 2012). Num processo de aprendizagem
ativa, o papel do aluno é central, este aprende com os pares e a comunicação assume-se como interação social. Na comunicação como interação social, os alunos 
aprendem colaborativamente, interagindo e influenciando-se reciprocamente na construção de significados partilhados para uma compreensão acerca do mundo objetivo, 
social e subjetivo (Habermas, 2004).

Assim, esta oficina de formação tem como finalidade promover e apoiar: (i) A reflexão sobre as novas opções curriculares, a sua exequibilidade e adequação aos 
contextos de cada comunidade escolar, tornando os documentos curriculares num efetivo instrumento de promoção do sucesso escolar de todos os alunos. (ii) A reflexão 
sobre as práticas profissionais a desenvolver, planeando, concretizando e reformulando práticas letivas, tendo em conta as opções curriculares tomadas, para um ensino
centrado nas necessidades de cada aluno. (iii) O desenvolvimento de projetos de natureza disciplinar, multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, tendo em conta a diversidade dos alunos e seus contextos, as áreas do saber e os recursos existentes, considerando e integrando práticas de ensino-aprendizagem centradas no aluno.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Colégio Militar.



Detalhes da calendarização:


                                 
                             setembro: 25(terça feira) 17h00 - 20h30; 26(quarta feira) 17h00 - 20h30;

                                 outubro: 02(terça feira) 17h00 - 20h30; 09(terça feira) 17h00 - 20h3010(quarta feira) 17h00 - 20h30; 16(terça feira) 17h00 - 20h30

                                                   23(terça feira) 17h00 - 20h30.
                               
                             
                             

Ação 25C: 2017/2018: OFFICE 365 – comunicar, partilhar, colaborar

Publicado a 08/05/2018, 03:19 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 04/09/2018, 02:23 ]



Curso de Formação: 30 HP / 1,2 UC
Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-91108/17
Formadora:  Carla Oliveira
Local: Agrupamento de Escolas de Braamcamp Freire 
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
07 de setembro a 29 de outubro de 2018
                           


Descrição


Na sequência, em março de 2016, da adesão gratuita do Agrupamento de Escolas Manuel da Maia à plataforma OFFICE 365 e da atribuição de correios eletrónicos institucionais a todos os seus colaboradores, com acesso à suite de ferramentas de produtividade da Microsoft, revela-se fundamental que os docentes aprofundem os conhecimentos sobre os vários serviços do Office 365-Educação, como por exemplo, o e-mail, o calendário, o OneDrive, o SharePoint, o Skype for Business, grupos colaborativos e OneNote Escolar. 

Estas ferramentas permitem facilitar o trabalho de partilha e elaboração de propostas que todos os membros de grupos de trabalho podem editar. É possível prever grandes vantagens a nível de funcionamento dos grupos disciplinares, diretores de turma, direção de escola e mesmo na preparação e utilização em sala de aula.


Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização


Turma C

        Sessões Presenciais:

                             setembro: 07(sexta feira) 14h00 - 18h0017(segunda feira) 17h30 - 20h30; 24(segunda feira) 17h30 - 20h30;

                               outubro:  01(segunda feira) 17h30 - 20h30; 08(segunda feira) 17h30 - 20h30; 15(segunda feira) 17h30 - 20h3029(segunda feira) 17h30 - 20h30.                                                                   

               Sessões online Síncronas:

                            setembro: 10(segunda feira) 17h30 - 20h30;

                               outubro: 09(terça feira) 17h30 - 20h30; 22(segunda feira) 17h30 - 20h00.

                             



Área de apoio aos formandos




Ação 06C: 2017/2018: Flexibilização e Integração curricular

Publicado a 08/05/2018, 02:31 por Geral - Centro de Formação MbM


Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91102/17
Formadora: Ana Filipa Silva
Local: Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire 
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
05 de setembro a 17 de outubro de 2018

                                                                       

Descrição

As sociedades atuais debatem-se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade dos atuais padrões de desenvolvimento económico e social. 
Ao refletir sobre esta realidade a escola é desafiada a ampliar e diversificar as suas funções educativas, preparando os alunos para compreenderem e participarem na complexidade e dinamismo do mundo em que lhes é dado viver (Alonso, 2002). Neste contexto, a educação e a escola enfrentam novos desafios.
O debate sobre o que se aprende e como se aprende na escola do século XXI é hoje um tema de interesse do domínio público, sendo consensual que a escola é o 
território de eleição no desenvolvimento de competências para a sociedade do conhecimento e para o exercício de uma cidadania ativa e democrática.
Consciente destes desafios, o XXI Governo Constitucional estabeleceu, como prioritários na área da educação, entre outros, os seguintes objetivos:

Criar condições para que as escolas e agrupamentos possam gerir o currículo nacional de forma flexível e contextualizada, utilizando os métodos, as abordagens e os procedimentos que se revelarem mais adequados para que todos os alunos possam aprender;

Desenvolver ações para garantir que as aprendizagens dos alunos constituam o cerne dos projetos educativos das escolas e dos agrupamentos, considerando as salas
de aula como espaços privilegiados para aprender a descobrir, a analisar e a interpretar fenómenos científicos, sociais, artísticos, ambientais e tecnológicos;

Criar condições para que as escolas e os agrupamentos, em articulação com os centros de formação, as instituições do ensino superior e outros intervenientes, se assumam como espaços privilegiados para a formação contextualizada dos seus docentes;

(Programa do XXI Governo Constitucional)
Estes objetivos pressupõem uma conceção de currículo mais aberta e abrangente, associada à valorização de práticas de gestão curricular mais flexíveis e 
adequadas a cada contexto, entendendo as unidades organizacionais como espaços de construção partilhada do currículo. Assim, procura-se uma visão estratégica 
partilhada, centrada na qualidade das aprendizagens, construída com a participação de todos os atores, partindo da reflexão e avaliação continuada da ação (Alonso, 2002).
O documento “Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória” vem ainda definir várias competências-chave que os alunos devem desenvolver ao longo da 
sua escolaridade obrigatória, respondendo aos desafios da sociedade atual e futura. Tal assunção pressupõe “alterações de práticas pedagógicas e didáticas de
forma a adequar a globalidade da ação educativa às finalidades do perfil de competências dos alunos” (Martins, Guilherme d’Oliveira (coord.), 2017).
Reivindica-se um papel ativo do aluno, construtor do seu conhecimento, implicado no processo de construção do seu saber, cabendo ao professor o papel de facilitador e dinamizador das tarefas postas em ação e estimulador à participação e envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem.

Pôr em prática a flexibilização e a integração curricular exige uma abordagem sistémica, que envolve os recursos humanos, a diferentes níveis, os recursos físicos 
e os recursos pedagógicos. Neste sentido, é dada margem de autonomia às estruturas organizacionais e pedagógicas das escolas, de modo a ajustar as experiências 
de aprendizagem dos alunos aos seus perfis e necessidades. Esta autonomia pressupõe uma maior responsabilidade por parte das equipas de docentes e coloca-lhes 
novos desafios, que carecem de um incremento ao nível da formação (Beane, 1995, 2003; Drake, & Burns, 2004).

No contexto escolar, a preparação do processo de ensino-aprendizagem por professores, em trabalho colaborativo, leva-os a envolverem-se em processos de 
reflexão, analisando em detalhe de que modo os seus objetivos se inserem no currículo, bem como o pensamento e as ações dos alunos. Assim, deve ser valorizado
o exercício reflexivo e crítico, decorrente de observações de processos de ensino-aprendizagem, numa ação conjunta, dialogada e que favoreça a compreensão das necessidades dos alunos, das suas potencialidades e dos seus mecanismos de aprendizagem. Este exercício induz o questionamento das práticas, pressupondo o 
seu enriquecimento, pelo que constitui um processo de desenvolvimento profissional dos professores (Baptista, Ponte, Velez, et al, 2012).

A importância do envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é uma discussão amplamente aceite e há evidências consideráveis na literatura que mostram 
que os estudantes aprendem melhor quando se envolvem e participam ativamente na sua aprendizagem (Prince, 2004). Neste sentido, cabe ao professor ou à equipa 
de professores priorizar aprendizagens, definir estratégias, selecionar e/ou adequar tarefas e atividades, indo ao encontro de todos os alunos. Nos espaços de a
prendizagem, nomeadamente na sala de aula, durante a exploração das tarefas, o professor promove e estabelece uma comunicação que pode assumir um caráter 
unívoco ou dialógico, dependendo do maior ou menor espaço dado ao professor(es) ou aos alunos (Ponte, Quaresma, & Branco 2012). Num processo de aprendizagem
ativa, o papel do aluno é central, este aprende com os pares e a comunicação assume-se como interação social. Na comunicação como interação social, os alunos 
aprendem colaborativamente, interagindo e influenciando-se reciprocamente na construção de significados partilhados para uma compreensão acerca do mundo objetivo, 
social e subjetivo (Habermas, 2004).

Assim, esta oficina de formação tem como finalidade promover e apoiar: (i) A reflexão sobre as novas opções curriculares, a sua exequibilidade e adequação aos 
contextos de cada comunidade escolar, tornando os documentos curriculares num efetivo instrumento de promoção do sucesso escolar de todos os alunos. (ii) A reflexão 
sobre as práticas profissionais a desenvolver, planeando, concretizando e reformulando práticas letivas, tendo em conta as opções curriculares tomadas, para um ensino
centrado nas necessidades de cada aluno. (iii) O desenvolvimento de projetos de natureza disciplinar, multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, tendo em conta a diversidade dos alunos e seus contextos, as áreas do saber e os recursos existentes, considerando e integrando práticas de ensino-aprendizagem centradas no aluno.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire.



Detalhes da calendarização:


                                 setembro: 05(quarta feira) 17h00 - 20h30; 12(quarta feira) 17h00 - 20h3019(quarta feira) 17h00 - 20h3026(quarta feira) 17h00 - 20h30;
                               
                                    outubro: 03(quarta feira) 17h00 - 20h30; 10(quarta feira) 17h00 - 20h30; 17(quarta feira) 17h00 - 21h00.

Ação 06B: 2017/2018: Flexibilização e Integração curricular

Publicado a 08/05/2018, 02:21 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 10/09/2018, 08:39 por Bruno Henriques ]

Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91102/17
Formadora: Ana Filipa Silva
Local: Agrupamento de Escolas de Benfica
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
10 de setembro a 15 de outubro de 2018

                                                                       

Descrição

As sociedades atuais debatem-se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade dos atuais padrões de desenvolvimento económico e social. 
Ao refletir sobre esta realidade a escola é desafiada a ampliar e diversificar as suas funções educativas, preparando os alunos para compreenderem e participarem na complexidade e dinamismo do mundo em que lhes é dado viver (Alonso, 2002). Neste contexto, a educação e a escola enfrentam novos desafios.
O debate sobre o que se aprende e como se aprende na escola do século XXI é hoje um tema de interesse do domínio público, sendo consensual que a escola é o 
território de eleição no desenvolvimento de competências para a sociedade do conhecimento e para o exercício de uma cidadania ativa e democrática.
Consciente destes desafios, o XXI Governo Constitucional estabeleceu, como prioritários na área da educação, entre outros, os seguintes objetivos:

Criar condições para que as escolas e agrupamentos possam gerir o currículo nacional de forma flexível e contextualizada, utilizando os métodos, as abordagens e os procedimentos que se revelarem mais adequados para que todos os alunos possam aprender;

Desenvolver ações para garantir que as aprendizagens dos alunos constituam o cerne dos projetos educativos das escolas e dos agrupamentos, considerando as salas
de aula como espaços privilegiados para aprender a descobrir, a analisar e a interpretar fenómenos científicos, sociais, artísticos, ambientais e tecnológicos;

Criar condições para que as escolas e os agrupamentos, em articulação com os centros de formação, as instituições do ensino superior e outros intervenientes, se assumam como espaços privilegiados para a formação contextualizada dos seus docentes;

(Programa do XXI Governo Constitucional)
Estes objetivos pressupõem uma conceção de currículo mais aberta e abrangente, associada à valorização de práticas de gestão curricular mais flexíveis e 
adequadas a cada contexto, entendendo as unidades organizacionais como espaços de construção partilhada do currículo. Assim, procura-se uma visão estratégica 
partilhada, centrada na qualidade das aprendizagens, construída com a participação de todos os atores, partindo da reflexão e avaliação continuada da ação (Alonso, 2002).
O documento “Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória” vem ainda definir várias competências-chave que os alunos devem desenvolver ao longo da 
sua escolaridade obrigatória, respondendo aos desafios da sociedade atual e futura. Tal assunção pressupõe “alterações de práticas pedagógicas e didáticas de
forma a adequar a globalidade da ação educativa às finalidades do perfil de competências dos alunos” (Martins, Guilherme d’Oliveira (coord.), 2017).
Reivindica-se um papel ativo do aluno, construtor do seu conhecimento, implicado no processo de construção do seu saber, cabendo ao professor o papel de facilitador e dinamizador das tarefas postas em ação e estimulador à participação e envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem.

Pôr em prática a flexibilização e a integração curricular exige uma abordagem sistémica, que envolve os recursos humanos, a diferentes níveis, os recursos físicos 
e os recursos pedagógicos. Neste sentido, é dada margem de autonomia às estruturas organizacionais e pedagógicas das escolas, de modo a ajustar as experiências 
de aprendizagem dos alunos aos seus perfis e necessidades. Esta autonomia pressupõe uma maior responsabilidade por parte das equipas de docentes e coloca-lhes 
novos desafios, que carecem de um incremento ao nível da formação (Beane, 1995, 2003; Drake, & Burns, 2004).

No contexto escolar, a preparação do processo de ensino-aprendizagem por professores, em trabalho colaborativo, leva-os a envolverem-se em processos de 
reflexão, analisando em detalhe de que modo os seus objetivos se inserem no currículo, bem como o pensamento e as ações dos alunos. Assim, deve ser valorizado
o exercício reflexivo e crítico, decorrente de observações de processos de ensino-aprendizagem, numa ação conjunta, dialogada e que favoreça a compreensão das necessidades dos alunos, das suas potencialidades e dos seus mecanismos de aprendizagem. Este exercício induz o questionamento das práticas, pressupondo o 
seu enriquecimento, pelo que constitui um processo de desenvolvimento profissional dos professores (Baptista, Ponte, Velez, et al, 2012).

A importância do envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é uma discussão amplamente aceite e há evidências consideráveis na literatura que mostram 
que os estudantes aprendem melhor quando se envolvem e participam ativamente na sua aprendizagem (Prince, 2004). Neste sentido, cabe ao professor ou à equipa 
de professores priorizar aprendizagens, definir estratégias, selecionar e/ou adequar tarefas e atividades, indo ao encontro de todos os alunos. Nos espaços de a
prendizagem, nomeadamente na sala de aula, durante a exploração das tarefas, o professor promove e estabelece uma comunicação que pode assumir um caráter 
unívoco ou dialógico, dependendo do maior ou menor espaço dado ao professor(es) ou aos alunos (Ponte, Quaresma, & Branco 2012). Num processo de aprendizagem
ativa, o papel do aluno é central, este aprende com os pares e a comunicação assume-se como interação social. Na comunicação como interação social, os alunos 
aprendem colaborativamente, interagindo e influenciando-se reciprocamente na construção de significados partilhados para uma compreensão acerca do mundo objetivo, 
social e subjetivo (Habermas, 2004).

Assim, esta oficina de formação tem como finalidade promover e apoiar: (i) A reflexão sobre as novas opções curriculares, a sua exequibilidade e adequação aos 
contextos de cada comunidade escolar, tornando os documentos curriculares num efetivo instrumento de promoção do sucesso escolar de todos os alunos. (ii) A reflexão 
sobre as práticas profissionais a desenvolver, planeando, concretizando e reformulando práticas letivas, tendo em conta as opções curriculares tomadas, para um ensino
centrado nas necessidades de cada aluno. (iii) O desenvolvimento de projetos de natureza disciplinar, multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, tendo em conta a diversidade dos alunos e seus contextos, as áreas do saber e os recursos existentes, considerando e integrando práticas de ensino-aprendizagem centradas no aluno.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de escolas Benfica.



Detalhes da calendarização:


                                 setembro: 10(segunda feira) 17h00 - 20h3017(segunda feira) 17h00 - 20h3024(segunda feira) 17h00 - 20h30;
                               
                                    outubro: 01(segunda feira) 17h00 - 20h30; 08(segunda feira) 17h00 - 20h30; 15(segunda feira) 17h00 - 21h00.

                              

Ação 39A: 2017/2018: Uso de dispositivos móveis na promoção das aprendizagens

Publicado a 23/02/2018, 08:38 por Bruno Henriques   [ atualizado a 04/09/2018, 08:56 por Geral - Centro de Formação MbM ]


Oficina de Formação: 15 HP + 15H TA/ 1,2 UC
Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-87772/16
Formadora:  Carla Oliveira
Local: Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Calendário: 19 de setembro a 17 de outubro de 2018


Descrição


A utilização de dispositivos móveis, como o tablet e o telemóvel, tem aumentado significativamente nos últimos anos, em parte, devido à sua versatilidade e 
multifuncionalidade, e tem ganho especial popularidade entre crianças e adolescentes, independentemente da sua origem socioeconómica.
Apesar da rápida difusão do uso destes dispositivos e do potencial que algumas das aplicações nativas ou disponíveis nas lojas de aplicações têm para o ensino/aprendizagem da maioria das disciplinas, estes dispositivos ainda não foram assimilados pela generalidade do corpo docente como ferramentas de 
caráter pedagógico válido, abrindo-se assim um fosso entre a realidade do aluno fora e dentro da sala de aula.
Com a proliferação de pontos de acesso gratuito a internet no nosso país, a grande maioria dos alunos tem acesso a plataformas e aplicações que, se orientados 
nesse sentido, poderiam funcionar como espaços de partilha, de reflexão e de disponibilização de materiais que, neste contexto, poderiam ser explorados de forma 
autónoma pelos alunos, respeitando diferentes ritmos de aprendizagem.

Para além disso, os alunos cujas atividades de aprendizagem se desenvolvem em contextos de integração das TIC, melhoram as suas competências para trabalhar 
uns com os outros e para comunicarem as suas ideias a audiências reais, aumentando a confiança em si próprios (Barron e Darling-Hammond, 2008).
Segundo um estudo da UNESCO (2010), as tecnologias digitais facilitam a colaboração e a criatividade nas atividades, uma vez que em contextos em que a tecnologia é integrada na sala de aula, os alunos controlam os seus próprios dispositivos digitais e, consequentemente, as suas aprendizagens, contrariamente aos contextos tradicionais em que o professor controla e o aluno constata. Combinando as ferramentas digitais com estratégias cuidadosamente planificadas, os alunos podem mais facilmente estabelecer ligações entre os conteúdos, resolver problemas em conjunto, ensaiar e modificar o seu trabalho para procurar outros pontos de vista, potenciando o desenvolvimento nos estudantes de estratégias organizacionais e de rigor científico (Martinho e Pombo, 2009). 

O Mobile Learning, por sua vez, é muitas vezes definido como um método flexível, democrático no acesso, aberto, social e interativo, com ênfase na atividade, individualização no ensino e desafio da motivação. (Valentim, 2009)
Apesar disso, vários estudos indicam que as Tecnologias da Informação e da Comunicação são pouco utilizadas pela maioria dos professores nas suas práticas letivas (Gonçalo, 2010), apesar do facto dos estudantes de hoje conviverem desde o seu nascimento com a informação digital e a internet, sendo inclusivamente designados de “nativos digitais” (Prensky, 2001), ou seja, as potencialidades dos alunos não estão a ser usadas para as suas aprendizagens.
É neste contexto que se revela fundamental formar os docentes para tirar o máximo partido, não só das novas soluções digitais (equipamentos e aplicações) que tem à sua disposição, mas também das potencialidades dos seus alunos.

Sucintamente, esta formação tem como objetivo preparar os formandos para, progressivamente, usarem os dispositivos móveis como ferramenta de promoção das aprendizagens, capacitando-os para responderem aos desafios que se colocam com a introdução das tecnologias na sala de aula e para desempenharem um/o papel fundamental na gestão das potencialidades dos seus alunos.


Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização


               setembro: 19( quarta feira) 18h00 - 21h0026(quarta feira) 18h00 - 21h00;

               outubro:    03(quarta feira) 18h00 - 21h00; 10(quarta feira) 18h00 - 21h00; 17(quarta feira) 18h00 - 21h00.


Ação 38: 2017/18 - Supervisão Colaborativa e Reflexão sobre as Práticas (Concluída)

Publicado a 21/02/2018, 05:02 por Bruno Henriques   [ atualizado a 06/07/2018, 03:46 por Geral - Centro de Formação MbM ]


Oficina de Formação: 15HP+ 15TA, 1.2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92651/17
Formador: Fernando Manuel Alexandre
Local: Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensino Básico e Secundário
Calendário: 
01 de março a 17 de maio de 2018

                                       

Descrição

A proposta da ação de formação pode justificar-se pela combinação de fatores exógenos e endógenos. A nível externo, o lançamento em 2016 do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar tornou explícitos quais os eixos da politica educativa que o Ministério da Educação se propõe levar a cabo (Resolução do Conselho de Ministros n.º 23/2016, de 11 de abril). Dado o seu caráter transversal, o programa permite entender o sentido global das medidas já tomadas, ou em discussão pública, em vários domínios considerados prioritários, de entre os quais se podem destacar: a) a redução dos níveis de retenção e o reforço dos mecanismos de apoio e acompanhamento dos alunos; b) a revisão do modelo de avaliação do ensino básico, com reforço da componente de avaliação formativa e de reflexão sobre os desempenhos; c) a alteração da matriz curricular, associada à gestão flexível do currículo e à definição do perfil de saída do ensino básico (vd. a proposta do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, de fevereiro de 2017). 

Neste contexto, a Oficina de Formação que se apresenta pretende contribuir para a resolução de alguns dos constrangimentos apontados, propondo o incremento de um processo de supervisão pedagógica que enquadre e articule a reflexão interna sobre as práticas com as finalidades das politicas educativas lançadas pela administração central. Nesse sentido, a ação insere-se claramente no plano de atividades da entidade proponente. Nela se entende a supervisão como um domínio multidimensional, não restrito ao campo da observação de aulas e/ou à construção dos instrumentos que a operacionalizam. Assume-se um processo de supervisão colaborativa associado à noção de “escola reflexiva”, que não se limita a uma abordagem institucional da supervisão, ou seja, que não a encara como um dispositivo de mera gestão organizacional. Assim, o termo supervisão refere-se exatamente à supervisão da pedagogia, definida globalmente como teoria e prática de regulação de processos de ensino e de aprendizagem em contexto educativo formal. Embora focada na sala de aula, ela reporta-se também a situações de autosupervisão e supervisão acompanhada, num cenário de desenvolvimento profissional. 

As atividades supervisiva e pedagógica farão parte de um mesmo projeto: indagar e melhorar a qualidade da ação educativa. O caráter transversal deste projeto de supervisão dará corpo a uma estratégia de reflexão crítica sobre as práticas: a) que conduza a uma análise dos resultados escolares que ultrapasse a lógica meramente factual e descritiva; b) que promova a apreensão e a avaliação do sentido epistemológico e pedagógico das próprias práticas.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                            março:  01(quinta feira)17h30 - 19h30; 06(terça feira)17h30 - 19h30; 08(quinta feira)17h30 - 19h30;

                                abril: 10(terça feira)17h30 - 19h30; 17(terça feira)17h30 - 19h30; 19(terça feira)17h30 - 19h30;

                               maio: 17(quinta feira)17h30 - 20h30.

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